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Presidente do Sport critica punição com portões fechados: “Apenas por conta do CEP”

Na última sexta-feira (23), o Sport foi punido pelo STJD por conta do atentado ao ônibus do Fortaleza, e jogará de portões fechados. No entanto, de acordo com o presidente do Rubro-Negro, Yuri Romão, a punição seria menos severa caso o clube não fosse nordestino.

“Tudo aquilo que estava ao nosso alcance foi feito. Por isso que, mais uma vez, reitero que essa decisão não é razoável, deixar um ar de arbitrariedade, ou, pior, estão punindo um clube de Pernambuco, do Nordeste, apenas por conta do seu CEP. Porque eu digo isso?” iniciou Yuri Romão.

Além disso, o mandatário citou diversos outros casos de times do eixo que tiveram casos recentes de violência, mas não foram punidos. Ele relembrou o ocorrido com o Internacional, que teve Nico Hernandez atingido por pedras.

“Em casos recentes, dois, três anos, o caso do Internacional, onde o atleta Nico Hernandez foi atingido por pedras. O caso do Grêmio que, ao chegar no Beira-Rio teve seu ônibus apedrejado. Tivemos o caso semelhante do Bahia, em que o goleiro Danilo Fernandes foi atingido por uma bomba. O caso do Flamengo contra o Atlético-MG, onde tivemos caso semelhante e absolvido. O Botafogo, o Fluminense ao chegar no Nilton Santos teve seu ônibus também apedrejado. Então porque somente o Sport é punido?” questionou e finalizou o presidente.

Vale ressaltar que o STJD alegou descumprimento do Sport ao artigo 158 da Lei 14.597/2023, que diz que é obrigação dos clubes garantirem segurança aos seus torcedores. Assim, foi determinado que o Rubro-Negro entre em campo, com exceção para jogos do Estadual, de portões fechados e sem sua torcida em partidas como visitante.

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