John Textor não pensa em pagar empréstimo de aporte feito no Botafogo; entenda
O aporte recebido via empréstimo pelo Botafogo para quitar o transfer ban tumultuou os bastidores do clube. O principal questionamento se deu pelo fato de que os juros seriam altíssimos aos investidores próximos de John Textor e, por consequência, o investimento poderia sair pela culatra.
Inicialmente, o Botafogo recebeu 20 milhões de dólares, cerca de R$ 103,9 milhões. Nos próximos meses, o aporte ainda deve totalizar 50 milhões de dólares (R$ 259,8 milhões).
Informações do jornalista Pedro Lopes, do “UOL”, indicam que Textor não teme os juros altos porque não pensa em pagar o aporte feito por seus parceiros. Mas o empresário não pretende aplicar uma espécie de calote, mas sim envolvê-los na SAF.
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Como funciona o empréstimo recebido pelo Botafogo?
O aporte foi feito pela Hutton Capital e GDA Luma, que é especializada em reestruturação de “ativos podres” e tem interesse de assumir controle dos clubes que pertencem a Eagle, empresa de John Textor.
Os empréstimos servem como o primeiro passo em uma operação para que essa reestruturação aconteça. Por consequência, os investidores passam a ter uma participação acionária.
Sendo assim, Textor, ao invés de pagar de volta com juros, ele pode quitar o débito via ações, com os investidores passando integrar ou até mesmo comandar a SAF do Botafogo.
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