Janela de transferências da Série A bate R$ 1 bilhão em reforços; veja times que mais gastaram
O sarrafo subiu. Impulsionados pelas repatriações bombásticas de Lucas Paquetá e Gerson, os clubes da Série A do Brasileirão quebraram a barreira de R$ 1 bilhão em investimentos ainda no primeiro mês de 2026.
Ao todo, a elite do futebol nacional já despejou R$ 1,182 bilhão para contratar 112 novos jogadores. O levantamento realizado pelo GE mostra que, sozinhas, as negociações da dupla de meias somaram quase R$ 430 milhões, o que representa impressionantes 36% de todo o volume financeiro da janela.
O Flamengo lidera a corrida de gastos na janela. Com apenas três reforços, o Rubro-Negro gastou R$ 341,4 milhões, tendo em Lucas Paquetá a maior contratação da história do futebol brasileiro (R$ 260 milhões).
Logo atrás vem o Cruzeiro, sob a gestão de Pedro Lourenço, que desembolsou R$ 174,1 milhões, sendo que 97% desse valor foi destinado exclusivamente para tirar Gerson do Flamengo e levá-lo à Toca da Raposa.
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📈 O Top 5 dos Gastadores
Além da dupla de líderes, o Atlético-MG investiu R$ 132 milhões em seis nomes de peso, como Renan Lodi e Cassierra.
O Vasco também rompeu a barreira dos R$ 100 milhões com as chegadas de Hinestroza e Brenner, enquanto o Fluminense fecha o pelotão de elite com R$ 77,2 milhões investidos em nomes como Guilherme Arana e Savarino.
💰 Ranking de Investimentos – Série A 2026
| 🛡️ Clube | 🏃 Reforços | 💸 Valor (em milhões de R$) |
| Flamengo | 3 | R$ 341,44 |
| Cruzeiro | 4 | R$ 174,14 |
| Atlético-MG | 6 | R$ 132,05 |
| Vasco | 4 | R$ 105,49 |
| Fluminense | 3 | R$ 77,27 |
| Grêmio | 4 | R$ 54,86 |
| Bragantino | 4 | R$ 50,21 |
| Palmeiras | 1 | R$ 38,49 |
| Santos | 2 | R$ 30,36 |
| São Paulo | 3 | R$ 26,82 |
| Internacional | 4 | R$ 26,53 |
| Botafogo | 4 | R$ 23,75 |
| Fortaleza/Bahia | 2 | R$ 23,32 |
| Athletico-PR | 5 | R$ 23,29 |
Por que o Brasil está gastando tanto?
Segundo especialistas em finanças esportivas, o fenômeno não é por acaso. O aumento das receitas com direitos de TV e patrocínios colocou os times brasileiros em um patamar de competição direta com o mercado europeu.
“Hoje, clubes do Brasil conseguem negociar e até competir com europeus por nomes de alto nível, algo impensável há menos de uma década”, afirma Moisés Assayag, da Channel Associados.
Apesar do volume assustador, o recorde geral ainda pertence à primeira janela de 2025, que registrou R$ 1,869 bilhão. Com a janela ainda aberta e cerca de R$ 690 milhões restantes para bater o recorde histórico, a expectativa é que novas movimentações de peso aconteçam até março.
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