O atacante Hulk anunciou nesta sexta-feira (14), em entrevista coletiva, que não vai mais ser o capitão do Atlético-MG. A decisão é devido às constantes polêmicas de arbitragem, na qual o brasileiro faz parte desde que retornou ao futebol nacional.
Com 36 anos, ele tem quase mais cartões (17) do que gols (21) na atual temporada. Luiz Felipe Scolari recentemente o defendeu, dizendo que ele é vítima dos árbitros pela constância de amarelos.
“Chamei o (Rodrigo) Caetano e o Felipão para uma conversa para não ser mais o capitão. Realmente, tivemos essa palestra do comitê de arbitragem e nos foi informado que o capitão tem todo o direito de falar com o árbitro. Durante a palestra, comentamos que não era isso que acontecia. Todas as vezes eu fui ignorado. Devido às circunstâncias, resolvi abrir mão da braçadeira”, iniciou Hulk.
“Abri mão de usar a braçadeira porque o que fica lá para fora – eu assisto muitos programas de televisão -, é que vocês da imprensa batem muito na tecla que o Hulk toma cartão por reclamação. Se chegar para o árbitro com educação, tentando argumentar, com respeito, todo mundo vai tomar cartão. Só quero informar a toda torcida do Galo que partiu de mim, porque eu estava sendo prejudicado e também prejudicando meus companheiros dentro de campo. Vou focar só em jogar e vou tentar nem conversar com eles (árbitros)”, completou.
Hulk deixou claro que não ficou triste por deixar de usar a faixa, e que isso não significa que ele pretende deixar o Galo. Entretanto, Felipão recebeu um novo problema, que é decidir quem vai ganhar a braçadeira de capitão no lugar do atacante.
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