Bastidores

Empresário de Caio Paulista quebra silêncio pela primeira vez e critica o São Paulo por não progredir em negócio

Caio Paulista não vai ficar no São Paulo para a temporada em 2024. O clube paulista rompeu conversas com o jogador após o Palmeiras entrar na jogada. Em entrevista ao jornalista Venê Casagrande, o empresário do atleta, Eduardo Uram, quebrou o silêncio pela primeira vez, falou sobre a não permanência do lateral na equipe e atacou a diretoria.

“Nao é do jeito que está sendo divulgado. Desde julho já havia sido viabilizado junto ao Fluminense um modelo de pagamento que atendia ao que o Sao Paulo desejava. Mas o São Paulo nunca progrediu, nunca confirmou que faria do jeito que havia sido renegociado com o Fluminense. A nossa sensação era que o São Paulo não queria comprar Caio Paulista“, disse o staff do atleta.

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O São Paulo tinha, por cláusula no contrato de empréstimo, preferência para adquirir os direitos do lateral até o fim do vínculo, ou seja, até 31 de dezembro de 2023. A compra seria em torno 3,5 milhões de euros (cerca de R$ 20 milhões), no entanto, a diretoria queria parcelar este valor e não pagar à vista.

“O São Paulo adotou uma estratégia de frieza e de levar o assunto ao limite, tentou envolver discussão de créditos antigos e até troca de jogadores, o que complica demais um novo acordo. O contrato (entre os clubes) claramente previa como condição para o exercício da compra, o pagamento à vista do valor estipulado. Apenas no finalzinho do dia limite, enviaram ao Flu um e-mail, o que todos sabiam que não bastava para realizar o exercício da compra”, afirmou.

“Este e-mail dizia que a própria diretoria do São Paulo ainda estava estudando condições de pagamento. E o mais importante, em relação ao contrato do Caio, nunca atenderam as demandas para o novo termo, que eram justas. O São Paulo só voltou a nos procurar dias após o 15 de dezembro (data limite para exercer a opção de compra), e nessa altura o nosso entendimento junto com o Caio era de que após cinco meses de conversas, os esforços vinham apenas do nosso lado. Então, com essa incerteza, Caio nos pediu para escutar o mercado. O próprio São Paulo reconhece que conduziu a negociação de forma extremamente dura, mas acredito que visualizaram o tema como se fosse um jogador que não teria outra opção”, declarou.

“Esticar a corda, e levar ao limite uma negociação é uma decisão válida, mas pode dar ou nao dar certo. Isto eu não posso criticar. Eleger outras prioridades para gastar o mesmo dinheiro também é legítimo. O mercado tem outros laterais, e pode ser que tinham algum mapeado e sem investimento a ser feito. Também é legítimo. O que não é justo, é a terceirização das culpas. Induzir a opinião pública de que o jogador e o seu empresário são ‘isso ou aquilo’. Este tipo de coisa não reflete em nada o que aconteceu”, finalizou.

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