CPI exige condução coercitiva de Ronaldinho Gaúcho, suspeito por envolvimento em fraudes com criptomoedas
Ronaldinho Gaúcho, pela segunda vez, não compareceu na CPI das Pirâmides Financeiras para prestar depoimento. Com isso, a presidência da CPI decretou a condução coercitiva do ex-jogador.
De acordo com Ricardo Silva, relator da comissão, Ronaldinho não poderia faltar, visto que foi convocado e deu justificativas que não são ditadas como legais para explicar a ausência. O motivo seria de que ele não conseguiu viajar à Brasília por conta do mau tempo, ocasionando no cancelamento dos voos em Porto Alegre.
“Essa justificativa não encontra um amparo legal, então compete a essa Comissão Parlamentar de Inquérito buscar os meios jurídicos e a condução coercitiva. Temos vários voos nessa manhã para Brasília. Mesmo que não tivesse, esse argumento de não ter voo não é amparado pela lei. A lei fala que a convocação tem que ser cumprida”, declarou Ricardo.
O ex-atleta é sócio de uma empresa que vende criptomoedas e promete rendimento de 2% ao dia. Contudo, as contas dos investidores foram bloqueadas sem nenhum pagamento.
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