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Destaque na Superliga, Ariele fala sobre desafios e maternidade: “Posso jogar e ser mãe”

Uma das maiores pontuadoras da atual edição da Superliga, a ponteira Ariele é a convidada do novo episódio do Basticast. No bate-papo com Lucas Lustoza e Mariana Mello, a jogadora do Tijuca Tênis Clube fala sobre sua trajetória no vôlei, os desafios da carreira, os bastidores de grandes clubes e a experiência de conciliar o alto rendimento com a maternidade.

Mãe do pequeno Hiro, de 2 anos, que já faz sucesso nas arquibancadas e nas redes sociais, Ariele relembra como começou no esporte por influência da irmã, dividiu a rotina de atleta com a de modelo e deu os primeiros passos no vôlei profissional no Araraquara.

Após um período afastada por questões pessoais, passou pelo vôlei de praia, voltou às quadras, e chegou a clubes como Minas Tênis Clube, Barueri Volleyball Club, e Sesc RJ Flamengo.

Ariele fala sobre a decisão de buscar mais minutos em quadra, mesmo em equipes menores e o carinho pelo período em que esteve no Sesc RJ Flamengo.

“Eu amava a comissão técnica, os treinos, o nível das jogadoras. Eu aprendia todos os dias. Mas chegou um momento em que eu precisava jogar, e aí eu engravidei.” 

A volta para as quadras demorou mais do que ela pensava, mesmo estando preparada para isso.

“Escutei muitos ‘nãos’. Perguntavam se em um jogo importante, eu iria faltar se meu filho ficasse doente. Eu ficava frustrada, porque eu tinha estrutura e sabia que podia ser mãe e atleta.”

E quando voltou, depois de um novo período na areia, foi para o Tijuca, clube pelo qual se sente extremamente grata. 

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No episódio, Ariele analisa a Superliga, fala sobre a falta de apoio aos atletas brasileiros, e afirma que sua maior preocupação é o coletivo. “Prefiro o Tijuca bem do que eu fazendo muitos pontos.”

Ariele também fala sobre o sonho de defender a seleção brasileira e disputar uma Olimpíada, relembra a convivência com Ana Cristina no Sesc RJ Flamengo, e se emociona ao contar o carinho de Bernardinho durante sua gestação.

“Eu nunca vou esquecer na minha vida quando eu fiz meu chá de bebê e convidei o time, mas como o Bernardo não sai, eu nem esperava que ele fosse. O pessoal foi chegando e quando eu olho para a porta chega ele com as sacolinhas e as fraldinhas.”

E completa: “Eu nunca falei isso para ele, mas ele fez uma diferença tão grande na minha gestação, ali eu senti que eu era da família mesmo.” 

Confira o episódio completo!

Redação 365Scores

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