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Crise de confiança: Agentes alertam atletas sobre atrasos no Botafogo

O Botafogo atravessa o seu momento mais crítico financeiramente desde a transição para SAF em 2022. Para além do transfer ban imposto pela FIFA e dos atrasos salariais com o atual elenco, o clube agora enfrenta uma barreira invisível, mas poderosa: a resistência do mercado.

Segundo apuração do ge, diferentes agentes e empresários de futebol têm recomendado, nos últimos meses, que seus atletas não assinem com o Alvinegro.

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A desconfiança dos representantes decorre de uma combinação de fatores: comissões de negociações passadas ainda não pagas, atrasos no FGTS e o recorrente débito nos direitos de imagem dos jogadores.

Atualmente, o elenco profissional convive com dois meses de imagens atrasadas, além do transferban que o clube atravessa. Recentemente, foi noticiado que há uma possibilidade da punição não ser quitada por agora e continuar até o meio do ano.

Além da dívida por Almada, o Alvinegro tem mais quatro ou cinco processos para resolver. A Fifa, por sua vez, quer garantias de que não haverá atrasos, pois o clube é reincidente.

O clima de incerteza é tão alto que agentes relatam abertamente o receio de que novos contratos não sejam honrados pela gestão de John Textor.

“O clube primeiro tem que regularizar a situação e eu ter a certeza do que vai acontecer daqui para frente”, desabafou o zagueiro e capitão Barboza, ao comentar sobre o impasse em sua renovação contratual.

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Reflexos no Departamento de Futebol

A ordem interna é de corte drástico de gastos, atingindo desde as categorias de base até o futebol feminino.

Enquanto isso, três reforços já contratados (Villalba, Ythallo e Riquelme) seguem impedidos de serem inscritos devido à punição da FIFA, que exige o pagamento à vista ao Atlanta United.

John Textor, ausente do Brasil desde dezembro e envolvido em litígios judiciais na Europa com os fundos Ares e Iconic Sports (que cobram cerca de US$ 97 milhões), prega tranquilidade nos bastidores.

O empresário afirma que um aporte financeiro vindo de “amigos” deve resolver as pendências, mas ainda não estipulou uma data para que o dinheiro chegue ao caixa do Botafogo.

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Guilherme Ferreira

Jornalista formado pela PUC Minas de Belo Horizonte. Mineiro apaixonado por futebol e vôlei.

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