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Barcelona prevê mais alavancas financeiras e ajustes nas contas até 2025

O Barcelona sofreu recentemente com problemas financeiros que quase impediram a inscrição de reforços, tais como Lewandowski, Christensen e Kessié. Um dos principais fatores que possibilitaram o cumprimento do Fair Play Financeiro dentro do clube catalão foi a venda de ativos, o que parece que se repetirá nos próximos anos.

Na apresentação do balanço das contas da temporada 2021/22 e do orçamento para a atual, o vice-presidente econômico do Barcelona, Eduard Romeu, explicou os números e sugeriu que a situação permanecerá com problemas nos próximos anos.

“Se seguirmos a tabela de vencimentos de contratos, este ano e ano que vem ainda teremos custos salariais acima do que temos em mente. Até a temporada 2024/25 a situação não se normalizará”, disse Romeu.

Para o planejamento do Barcelona, ele afirmou, se referindo à venda de ativos: “Nesta temporada e na próxima teremos que usar algum mecanismo para chegar ao ponto que queremos estar no próximo ano”. Outra possibilidade é, por exemplo, negociar jogadores do elenco com outras equipes.

Romeu também revelou o impacto das alavancas recentes nas finanças do clube: “Sem a receita das alavancas, no ano passado teríamos perdido 106 milhões de euros. Neste ano, 210”.

O maior problema do Barcelona seria a folha salarial, mesmo que, sem contar com as alavancas, tenha diminuído de 98% da receita do clube para 68%. O objetivo da diretoria é que os vencimentos girem em torno de 500 milhões de euros, entre equipe principal e outras seções, como base.

O que ajuda, claro, são os resultados dentro de campo. Para a temporada atual, os objetivos são vencer o Campeonato Espanhol e chegar – pelo menos – às quartas de final da Liga dos Campeões. Na última edição da competição europeia, o impacto da eliminação precoce foi avaliado em 12 milhões de euros.

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